Por que bons gestores se concentram em resultados

Por que bons gestores se concentram em resultados

É muito comum que os gestores confundam a qualidade do seu trabalho com a quantidade de tarefas que têm a executar ou delegar. A verdade é que uma cultura com foco em resultados ainda é pouco explorada, mas é o trunfo dos grandes gestores.

Basta observar ao seu redor para perceber a diferença. Enquanto algumas organizações com centenas de ano têm tido dificuldades para crescer, negócios como Google, Amazon e Uber, que surgiram em pequenas garagens, movimentam bilhões de dólares hoje. E nenhuma delas tem mais de 30 anos de existência.

Mas o que esses negócios exponenciais têm em comum? Como dispunham de muito pouco recurso para iniciar, focaram seus esforços na criação de uma cultura de resultados. Ou seja, deixaram de se preocupar com o que estavam fazendo para o porquê de suas ações!

Quer entender como uma cultura de resultados pode alavancar negócios? Então, acompanhe 4 motivos para deixar de se concentrar na lista de tarefas da sua equipe e partir para a análise do que está sendo feito.

1. Tarefas com foco em resultado são melhor executadas

Aqui vale uma comparação com um clássico filme do Charlin Chaplin, Tempos Modernos, no qual os funcionários de uma fábrica passam muito mais tempos fixos a execução de uma determinada tarefa do que a compreensão de todo o processo.

É assim que funcionam as organizações pautadas no processo: elas têm excelentes executores de ações que muitas vezes nem sabem o porquê delas.

Claro que ter uma lista de tarefas claras a cumprir é indispensável para se obter resultados concretos, mas o problema é quando o gestor se atem somente ao status dessas atividades e não utiliza esses dados de forma estratégica.

Vejamos um exemplo! Uma empresa tem um projeto de realizar uma campanha de relacionamento com o cliente para o pós-venda de um de seus produtos. Para isso, o gestor determina à sua equipe tarefas como: criar gráficos de satisfação, monitorar menções em redes sociais e segmentar os clientes.

Observe que essas tarefas por si só não implicam diretamente na realização do objetivo da empresa. Não é possível que o colaborador saiba precisar exatamente com que finalidade vai executar determinada ação.

Isso, além de desmotivar os funcionários na realização do trabalho, certamente implicará na necessidade de refação de atividades, demandando mais tempo e esforço para se chegar ao resultado desejado.

De acordo com Ricardo José da Silva, em seu livro Gente Resultado, “a mensuração de resultados é importante inclusive para autoestima de uma pessoa ou equipe. Muitas vezes é importante colocá-los no papel ou em um gráfico, pois isso fortalece a mente e até a segurança em si mesmo. Dessa forma, se for utilizado o famoso ‘como’ de maneira correta e atingindo metas, o sucesso será inevitável e duradouro”.

Esse comportamento é o responsável por gerar times de alta performance nas organizações, um dos maiores ativos das empresas exponenciais.

2. Dados não são opiniões

Gestores que se baseiam em resultados não são influenciados por achismos. Utilizar dados para pautar as ações da empresa dão maior clareza às estratégias e aumentam as chances de sucesso.

O Google, por exemplo, testou 41 tons de azul para utilizar em sua logo antes de chegar a uma decisão concreta.

O fato é que, muitas vezes, somos levados a acreditar que temos as respostas para as necessidades do nosso negócio ou até mesmo dos clientes. Entretanto, são os dados que coletamos, e acabamos deixando de analisar, que possuem essas diretrizes.

Grandes gestores utilizam softwares de gestão como o Target não só para monitorar os status das atividades de sua equipe, mas como fonte de dados estratégicos para direcionar seus esforços.

3. A análise de resultados promove a melhoria contínua

Gestores focados no processo passam tanto tempo presos a execução das tarefas que se esquecem de acompanhar seus índices. Quantos projetos não deram sinais desde o início de que precisavam de ajustes e continuaram porque ninguém acompanhou seus resultados antes de concluí-los?

Empresas como a Uber e o Google nos mostram que há sempre o que melhorar e eles não esperam que tudo seja entregue antes de reformular algo. Mas, claro, conceber essa maturidade analítica só é possível se a empresa contar com ferramentas de inovação que sejam capazes de monitorar e acompanhar resultados de forma inteligente e dinâmica.

Através do Target, por exemplo, é possível gerar relatórios gerenciais considerando o desdobramento estratégico dos projetos em diferentes formatos, permitindo o salvamento das consultas e compartilhamento do resultado com os projetos e usuários automaticamente.

Isso implica em ganho de produtividade e precisão de dados para a tomada de decisão em tempo hábil, reduzindo custos e mitigando obstáculos.

4. É preciso saber a hora de parar

Foi-se o tempo em que uma empresa realizava um planejamento estratégico com foco em 5 anos. Hoje, a rapidez com que o mercado muda e surgem novas oportunidades exige a capacidade de uma rápida tomada de ação dos gestores.

Quem imaginaria, por exemplo, que o planejamento de 2020 necessitaria ser adaptado por conta de uma pandemia mundial? Certamente, nenhum gestor tinha um plano B para isso, mas as empresas que demoraram a encontrar um novo direcionamento nesse período enfrentaram, e provavelmente ainda enfrentam, grandes dificuldades para se recuperar.

Observe mais uma vez a necessidade de ter o foco no resultado e não na tarefa. Em tempo de pandemia, as tarefas precisaram ser readequadas para garantir que os resultados fossem alcançados.

O Target é uma plataforma de gerenciamento que permite aos gestores focar no que realmente importa de suas estratégias e projetos, pautando suas escolhas pelos resultados de sua equipe em tempo real. Fale conosco e conheça mais funcionalidades do Target.

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